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  • Por MakingNews
  • 22/05/2026

Contenção de ciberataques precisa acontecer em segundos

Elytron Cybersecurity cria abordagem inovadora que vai além da contenção, atuando na disrupção real e instantânea do ataque, com nível de precisão militar e forense

Contenção de ciberataques precisa acontecer em segundos
Divulgação

Com a redução vertiginosa do tempo para efetivação de um ciberataque – queda de 65% de 2024 para 2025-, os dados do CrowdStrike Global Threat Report 2026 indicam ainda que o menor intervalo registrado entre o acesso inicial e o movimento lateral foi de apenas 27 segundos. Além da segurança fragmentada e ineficiente, agravada pela escassez de profissionais qualificados e pela dependência de fornecedores isolados, as organizações lidam com problemas cada vez mais críticos de proteção de dados sensíveis, cujo vazamento gera prejuízos milionários.

Neste contexto, a Elytron Cybersecurity, especializada em serviços ofensivos e defensivos de segurança da informação, reforça a urgência na adoção de novas abordagens que atuem não apenas na contenção de TI, mas na disrupção real do ataque ("follow the money"), com um nível de precisão militar e forense. Com modelos que integrem inteligência de ameaças, resposta a incidentes e capacidade forense para ampliar a precisão operacional e proteger a continuidade do negócio.

Foi assim que nasceu o Cybersecurity Fusion Framework, abordagem sofisticada para aniquilar ciberataques. O framework foi elaborado dentro do escopo do Digital Fusion Unit, centro de excelência em proteção contra o crime cibernético da Elytron, que funde áreas de competência como Cyber + antifraude + investigações + inteligência de ameaças e Open Source Intelligence.

De acordo com Daniel Tupinambá, CISO Strategy da Elytron, o grande diferencial do Cybersecurity Fusion Framework é a sua capacidade de integração. Em vez de operar ferramentas em silos, ele une inteligência de ameaças (Threat Intel), resposta a incidentes (DFIR) e operações de segurança (SOC), potencializadas por modelos avançados de inteligência artificial para construir uma narrativa probatória sólida, com um nível de precisão militar e forense. E permitir decisões mais rápidas, redução do impacto operacional e maior segurança na condução de incidentes críticos.

Isso acontece porque, durante o ataque, o Cybersecurity Fusion Framework centraliza o processo de forma multidisciplinar para evitar decisões improvisadas. E combate de frente ameaças complexas, como fraudes internas, extorsão, deepfakes e invasões orientadas por inteligência artificial e identidade. “Também resolve a ineficiência operacional, dos alertas excessivos e da falta de pessoal qualificado por meio do uso de monitoramento automatizado e inteligência de ameaças”, comenta Tupinambá.

O framework atende setores nacionais e globais que concentram altos volumes de dados sensíveis, possuem infraestruturas críticas e são os alvos preferenciais do cibercrime, principalmente os mercados Financeiro (Bancos, Fintechs, Seguradoras), Saúde e Farmacêutico, Varejo, Tecnologia, Telecomunicações e Indústria. “Nosso histórico estratégico reforça que contas de altíssimo valor (Curva AAA) nos setores financeiro e de saúde são as que mais necessitam e investem nessa fusão de cibersegurança e forense para proteger o negócio contra fraudes”, informa o executivo.

O modelo de negócios se baseia fundamentalmente no conceito de "Security as a Service" (SaaS) e serviços gerenciados. A gestão da segurança e a análise forense ocorrem na infraestrutura do provedor, contudo há integração e instalação no cliente de forma leve. A telemetria é viabilizada com a implantação de agentes de endpoint que são rápidos, escaláveis e não entram em conflito com o processamento do cliente, além de utilizações de conexões via API e webhooks para integração com os ecossistemas já existentes na organização (como a nuvem).

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