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  • Por AIS Comunicação e Estratégia
  • 20/05/2026

Controle de infecções para frear o avanço da resistência microbiana

No Dia Nacional do Controle de Infecção, especialistas do Grupo VITA explicam os desafios do setor e mostram como hábitos simples podem salvar vidas.

Controle de infecções para frear o avanço da resistência microbiana
Divulgação Hospital Vita

O avanço global da resistência microbiana projeta cenários em que bactérias comuns podem se tornar imbatíveis à medicina tradicional. No Dia Nacional do Controle de Infecção Hospitalar, 15 de maio, hospitais como o Grupo VITA explicam como atuam na linha de frente dessa batalha silenciosa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a resistência bacteriana pode causar até 10 milhões de mortes anuais até 2050. Nos hospitais, milhões de microrganismos circulam diariamente, mas medidas rigorosas de controle de infecção, como a higienização correta das mãos, podem reduzir significativamente a transmissão, em até 50%. A eliminação completa do risco está associada ao controle de outros fatores, como a desinfecção de superfícies e equipamentos, a identificação de pacientes portadores de bactérias resistentes e o gerenciamento do fluxo de visitantes. Por isso, o cumprimento de protocolos integrados garante que o ambiente hospitalar permaneça seguro para pacientes e profissionais de saúde.

O controle de infecções protege cada etapa do atendimento, desde a qualidade da água e do ar hospitalar até a manipulação de sondas, cateteres e outros dispositivos invasivos, essenciais ao tratamento, mas que exigem monitoramento constante.

“Identificamos muitos pacientes que já chegam com bactérias resistentes adquiridas fora do hospital. Por isso, mantemos uma vigilância ativa para mapear o perfil de cada microrganismo e ajustar a terapêutica de forma precisa”, explica Marta Fragoso, médica infectologista e gerente do Núcleo de Gestão da Segurança Assistencial do Grupo VITA. “O controle de infecção aqui funciona como uma ferramenta de qualidade e segurança para nossos pacientes.”

O paciente como aliado na segurança

A segurança assistencial não depende apenas da equipe de saúde. O Estatuto dos Direitos do Paciente incentiva que pacientes e familiares participem ativamente, garantindo que protocolos de proteção sejam cumpridos.

“Observar se todos higienizam as mãos antes e depois do contato com o paciente é uma forma de cada pessoa se tornar aliada na prevenção”, reforça Fragoso. Estudos indicam que as mãos, superfícies e objetos de toque frequente respondem por até 80% das transmissões de infecção hospitalar, mostrando que pequenas ações podem salvar vidas.

Solange de Lima Silva Matsumoto, enfermeira chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NCIH), reforça: “Durante a visita ao familiar, muitas vezes os acompanhantes não higienizam as mãos antes e depois do contato e acabam tocando outras superfícies do hospital. Por isso, é importante permanecer no leito ou no box do paciente e evitar sair do local desnecessariamente.” Ela acrescenta: “Celulares e crachás também devem ser limpos regularmente, pois podem acumular microrganismos. Seguindo essas orientações simples, cada visitante ajuda a manter o ambiente hospitalar mais seguro e agradável para todos.”

Do hospital para o cotidiano: hábitos que salvam vidas

Os protocolos hospitalares também servem de referência para a sociedade. Lavar as mãos corretamente, desinfetar celulares, crachás e mesas de trabalho reproduz a barreira sanitária utilizada pelos especialistas.

“A higienização das mãos e o cuidado com a desinfecção de equipamentos são fundamentais. Orientamos constantemente a equipe e os acompanhantes para que pequenos descuidos não comprometam a segurança de todo o ambiente hospitalar e a recuperação do paciente”, alerta Vanusa Lucas, enfermeira chefe do Controle de Infecção da Unidade Vita Curitiba.

Além de preservar vidas, seguir protocolos impacta diretamente na gestão hospitalar: ambientes com controle epidemiológico eficiente reduzem o tempo de internamento e permitem alta mais ágil e segura.

A integração entre tecnologia de monitoramento, protocolos rigorosos e conscientização da comunidade sobre o uso correto de antibióticos é essencial para manter a eficácia da medicina frente à evolução bacteriana. Em tempos de resistência microbiana crescente, cada ação — hospitalar ou cotidiana — faz diferença.

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