Núcleo Humanitário da Amorim Global oferece atendimento jurídico gratuito para documentar migrantes em situação de vulnerabilidade
Núcleo Humanitário da Amorim Global oferece atendimento jurídico gratuito para documentar migrantes em situação de vulnerabilidade

Mais de 350 mil migrantes vivem atualmente em situação irregular no Brasil, segundo estimativas do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ausência de documentação restringe o acesso a direitos básicos como trabalho formal, saúde, educação e proteção jurídica, mantendo milhares de pessoas fora das políticas públicas e ampliando situações de vulnerabilidade social.
Dados do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) indicam que o Brasil ultrapassou 1,5 milhão de migrantes residentes nos últimos anos, com fluxos expressivos vindos da América Latina e da África. Apesar disso, entraves burocráticos, desinformação e a dificuldade de acesso à orientação jurídica especializada seguem como obstáculos para a regularização migratória.
“Sem documentação, o migrante não consegue exercer plenamente seus direitos nem acessar mecanismos básicos de proteção. Ele existe socialmente, mas permanece invisível para o sistema”, afirma a advogada Giselle Amorim, CEO da Amorim Global. “A regularização é o primeiro passo para garantir dignidade, segurança jurídica e inclusão real”.
A irregularidade migratória também aumenta a exposição à informalidade e à exploração laboral. Levantamentos da Defensoria Pública da União (DPU) apontam que migrantes sem documentos tendem a evitar denúncias de abusos por medo de sanções administrativas, multas ou deportação, o que contribui para a perpetuação de violações de direitos.
Contribuindo para uma assistência profissional e gratuita, o Núcleo Humanitário da Amorim Global, liderado pela advogada Márcia Charneski, já atendeu mais de 200 casos, envolvendo migrantes de nacionalidades como boliviana, colombiana, argentina, venezuelana, cubana, chilena, congolesa e angolana. Entre as demandas mais frequentes estão solicitações de refúgio, processos de naturalização, autorizações de residência pelo Mercosul, reunião familiar, regularização por país fronteiriço e defesa em casos de multa por excesso de permanência.
“Todo o atendimento é feito de forma remota e gratuita permitindo alcançar migrantes que vivem fora dos grandes centros, em cidades pequenas, onde o acesso à informação e ao apoio jurídico é ainda mais limitado”, destaca Giselle Amorim. “A tecnologia tem sido uma aliada para reduzir desigualdades e ampliar o alcance do Direito Humanitário”.
O acesso ao atendimento jurídico humanitário também é viabilizado por meio de parcerias institucionais da Amorim Global com organizações da sociedade civil que atuam diretamente no acolhimento e na proteção de migrantes e refugiados em diferentes regiões do país. Entre elas estão o CAMI – Centro de Apoio e Pastoral do Migrante (São Paulo), a Associação Compassiva (São Paulo), o Serviço Pastoral dos Migrantes (São Paulo), a Organização Religiosa São Vicente de São Paulo (Rio de Janeiro), o Instituto Estou Refugiado (São Paulo), a Missão Paz (São Paulo) e a Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), que funcionam como pontes fundamentais entre a população migrante em situação de vulnerabilidade e o acesso à orientação jurídica especializada.
Sobre a Amorim Global
Fundada pela advogada e pesquisadora em Direito Internacional Giselle Amorim, a Amorim Global é uma consultoria jurídica internacional especializada em Direito Internacional, com sedes em São Paulo e Salvador. Atua assessorando pessoas, famílias e empresas em demandas internacionais relacionadas à imigração, investimentos, gestão patrimonial e à constituição e expansão de negócios no exterior.
Com mais de 2.000 clientes atendidos em mais de 40 países, a consultoria conta com uma rede global de parceiros para oferecer soluções jurídicas integradas nos cinco continentes, unindo técnica jurídica, visão estratégica e sensibilidade intercultural. Reconhecida por sua abordagem inovadora, a Amorim Global busca democratizar o acesso ao Direito Internacional e transformar projetos pessoais e empresariais em oportunidades concretas, com segurança jurídica e visão sem fronteiras.